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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Teoria do macaco aquatico

Provas diretas

- Arqueológicas:

Em que condições pode se formar um extrato de depósito de fósseis capaz de armazenar seres em condições de semi-aquático?

Já existem provas escavadas que podem ser relacionadas à essa teoria?

- Morfológicas:

Pés espalmados: Animais terrestres que primam pela velocidade são digitigrados ou ungulados (felinos, canídeos, cavalos, corsas, etc.). Para caminhar em solo muito quente ou pedregoso também os pés humanos não parecem adequados pois possuem uma área de contato com o solo muito grande para ser lesada, mesmo levando em conta o arco do pé. A disposição do polegar do pé humano também não é adequada para escalar árvores. O pé humano parece adequado para espalhar água.

Ausência ou inutilidade dos pelos do corpo: Os pêlos não têm utilidade como em outros animais, a maior parte dos pêlos espalhados pelo corpo humano, exceto cabelos, barbas, sombrancelhas, axilas e pubianos, são atrofiados se comparados aos de outros animais, mesmos outros primatas.

Tecido Adiposo: É uma "capa de gordura" que fica sob a pele e em outras regiões do corpo e que tem como função armazenar energia, outra função é manter a temperatura do corpo estável quando o meio ambiente é mais frio (água?). O formato característico do corpo da mulher com o quadril mais largo se deve ao acúmulo de tecido adiposo naquela região do corpo, talves isso se deva à necessidade de manter o útero aquecido em um meio ambiente mais frio que, segundo essa teoria, pode ser a água.


Provas indiretas

Suponho que mudanças morfológicas desta magnitude apenas possam ter ocorrido em um período anterior à capacidade humana de gerar cultura, portanto não creio que seja possível encontrar lendas ou histórias que retratem de alguma forma esse período.


Conclusão (provisória): Segundo Charles Darwin, em "A Origem das espécies", uma nova espécie se forma sempre que um novo nicho é encontrado por uma espécie pré existente, Essa teoria procura sustentar que o primata que viria a se tornar ser humano existiu como espécie semi-aquática durante tempo bastante para que as mudanças morfológicas acima se consolidassem, sem que o tempo fosse o suficiente, contudo, para mudanças radicais como aconteceu com os golfinhos e as baleias.

As conclusões acima são fruto de reflexões e as pesquisas começaram com a leitura de um livro sobre antropologia básica intitulado "Antropologia - de Marc Barbut e outros", da série ciências sociais, da editora da fundação Getulio Vargas, edição de 1975.

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